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Rubens Luiz Sartori

Rubens Luiz Sartori é catarinense, nascido em Ouro-Capinzal em 20 de outubro de 1953, filho de Antonio Sartori e Olga Perez Sartori. Com quatro anos de idade mudou-se para Campo Mourão onde reside até hoje. Cursou a escola primária no Instituto Santa Cruz, entre 1961 e 1964, o  ginasial no antigo Ginásio Estadual de Campo  Mourão, hoje Colégio Estadual João D'Oliveira Gomes, entre 1965 e 1968. No mesmo colégio estudou o Científico entre os anos de 1969 e 1971. Bacharelou-se em Direito pela Universidade Estadual de Maringá - UEM entre 1972 e 1976. Foi açougueiro na infância e adolescência. Foi um dos fundadores da UMES - União Mourãoense de Estudantes Secundários. Enquanto estudante universitário, participou da política estudantil como liderança, organizando o Diretório Acadêmico “Nelson Hungria' da Faculdade de Direito de MARINGÁ. “Pari passu” militou na política mourãoense pelo antigo MDB na resistência democrática à ditadura militar, sendo, inclusive, candidato a Vice-Prefeito nas eleições de 1976.

Desde os tempos de ginasiano já versejava; tanto que, em 1968, na ocasião do “dia dos pais”, publicou a poesia “Ser Pai”, até hoje declamada e muito conhecida. Tão logo concluiu a Universidade, no início de 1977, iniciou atividade docente como Professor da antiga FACILCAM, paralelamente ao exercício da Advocacia. Em 1978, prestou concurso para Promotor de Justiça, alcançando a 5ª colocação no Estado do Paraná, dentre 983 concorrentes, sendo, na ocasião, o Promotor de Justiça mais jovem desse Estado.  A lida poética da infância sempre o acompanhou também na vida profissional, inovando o gênero jurídico, pelos seus pareceres em forma de poesia, como por exemplo “A denúncia do Furto de uma Bicicleta” e os arquivamentos “Furto das Tubaínas” e “Furto do Alicate”.

O texto poético-jurídico “A denúncia do Furto de uma Bicicleta” foi publicada em vários jornais nacionais, na revista “Globo Rural” e também no jornal “Brazilian Post” de Miami  EUA. 

Participou de três varais de poesia da antiga FECILCAM, alcançando em dois deles o 1º lugar e noutro, o 3.º. Fez parte das coletâneas  “Caminhos in Versus” da AME (Associação Mourãoense de Escritores) e “Vivência” do clube “Amigos da Poesia”.  Como letrista musical, produziu músicas premiadas em festivais gauchescos destacando-se as músicas “Gerações”, no Festival “Cante Terra” de 1986, “Taipas do Tempo” no “ IV Canto Nativo” de Santo  Augusto  RS, em 1987 e “Neblina da Serra” na “ Seara da Canção Nativa” de Carazinho  RS, em 1989. Foi também autor em parceria do  Hino  da “Escola Rural Municipal Manoel da Nóbrega”,  Km 128, da estrada Boiadeira, região onde possui propriedade rural, ecologicamente trabalhada.

Também  se destaca no gênero narrativo por publicações em jornais da imprensa local, estadual e interestadual. 

No movimento cultural gaúcho  tem sido presença marcante, sendo um dos fundadores do CTG “Índio Bandeira”,  Centro de Tradições Gaúchas de Campo Mourão - PR.

Foi também Presidente da Federação do Estado do Paraná,  MTG - PR; Presidente da Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha CBTG e Presidente da Confederação Internacional da Tradição Gaúcha, - CITG. Criou o conhecido “Festival Paranaense de Arte e Tradição Gaúcha”  FEPART, que está na sua 13ª edição e cujo troféu aos seus vencedores leva o nome “RUBENS LUIZ SARTORI”.

Na área de comunicação em rádio, iniciou suas atividades na década de 1980, na rádio HUMAITÁ de Campo Mourão. Atualmente atua na rádio COLMÉIA, no programa “Anísio Moraes” com uma participação semanal em que presta orientação jurídica, ao mesmo  tempo em que trata de todos os assuntos da atualidade. Marca sua participação, revelando-se sensível e humano e termina cada programa com a célebre frase “ O que a gente leva da vida é a vida  que a gente leva”. Também, na mesma Rádio, é comentarista esportivo, tendo o lema “Rubens Sartori  Doutor da Bola  - o comentário com justiça”.

Desde a infância destaca-se como orador, recebendo o carinhoso codnome  “xiru das falas” da linguagem regionalista gaúcha. Presentemente encontra-se aposentado como Promotor de Justiça, tendo voltado às lides advocatícias a par da atividade de magistério superior.

Exerceu, desde 1997, função diretiva da UNESPAR/FECILCAM  Campus de Campo Mourão; foi Vice-Diretor no período de maio de 1997 a maio de 2001 e foi de junho de 2001 a 2005, Diretor da mesma Instituição. Foi eleito por seus pares como 1º Presidente da Academia Mourãoense de Letras  A.M.L., instalada em 21 de maio de 2002.

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