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Constantino Lisboa de Medeiros

Nasceu no dia 6 de dezembro de 1932. Filho de Juvenal Calixtro de Medeiros e Helena Raphaeli de Medeiros. Foi alfabetizado em casa pelos pais, pois desde criança auxiliava nos ofícios do pai, na  agricultura, carpintaria e medicina natural.

Aos 12 anos foi internado no Colégio Diocesano de Lages onde fez o Curso de Admissão para o Ginásio, onde concluiu o curso ginasial. Formou-se em Contabilidade na Escola de Comércio e Ciências Econômicas do Rio de Janeiro, onde também foi militar. Casou-se em 29 de janeiro de 1955, com Dalva Helena Medeiros. Passou a residir na zona rural em Campos Novos e dedicar-se à agricultura e comércio.

Em Santa Catarina teve seus poemas publicados no jornal Correio Lageano, colaborou no Boletim Trimestral do Folclore de Santa Catarina, na Magazine Agrícola Chácaras e Quintais, no Jornal O Estado de São Paulo, no início da década de 60 atuou como um dos redatores de O Jornal, de Campos Novos, colaborou com artigos em várias revistas e jornais, principalmente em Suplementos Agrícolas.

Em 1965, mudou-se para o Paraná, juntamente com seus pais, onde adquiriram a Fazenda Santa Helena, no Município de Mamborê, Comarca de Campo Mourão, e uma propriedade urbana em Campo Mourão.

Aqui passou a colaborar com os órgãos de imprensa da região, publicou seus poemas, artigos e crônicas nos jornais: Folha do Vale, Tribuna do Interior, A Folha, Folha de Londrina, Folha do Valle e Jornal Nossa Letras.

Sempre participou da vida social e política de Mamborê e Campo Mourão. Foi associado da COAMO, Cooperativa Agropecuária Mourãoense, Rotariano e presidente do Rotary em Mamborê, Sócio do CTG Índio Bandeira de Campo Mourão.

É autor do livro de poemas Síntese Existencial, participou das Antologias Literárias Caminhos inVersos I e II,  participou do livro Vivencias dos Amigos da Poesia.

Em Campo Mourão foi membro atuante da AME Associação Mourãoense dos Escritores. Recebeu em agosto de 1999 o Título de Vulto Emérito Cultural pela FUNDACAM.

Dedicou sua vida ao cultivo da terra, das artes literárias e artes plásticas. Faleceu em 18/11/2000. Constantino é hoje patrono da Cadeira nº 06 da Academia Mourãoense de Letras.

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